sábado, 6 de outubro de 2012



JOGO FECHA CAIXA






Composto por 1 tabuleiro colorido e 2 dados de madeira.
As jogadas são rápidas e à medida que os dados rolam, as casas numeradas se fecham e as apostas se sucedem.
Desde o século XVIII este jogo tem sido jogado na França, depois atravessou os mares e se tornou popular em diversos países.
Jogadas rápidas de sorte e raciocínio.
Jogadores: Acima de 1 participante.
Desenvolve a habilidade de planejamento, raciocínio lógico, concentração e convívio social.
Combine aprendizagem com diversão!
Divirta-se!
Excelente acabamento.
Produto 100% artesanal !
Medidas do produto: 23,5x2,5x20 cm
Idade: a partir de 7 anos.

REGRAS
■ NÚMERO DE JOGADORES
A partir de dois
■ DESENVOLVIMENTO
Este jogo foi inventado pelos marinheiros
normandos e levado a muitos países.
Com todos os números expostos, o
primeiro participante lança os dados,
soma os pontos e fecha as casas (ou vira
as cartas) com o valor do total obtido. 
Ele joga novamente os dados, repetindo 
o procedimento, mas dessa vez usando
somente os números abertos. Quando o
total de pontos não permitir fechar mais
nenhuma casa ou carta, o jogador somará
os valores que continuam expostos. 
Abrem-se novamente as casas para a
próxima jogada. Quem faz menos pontos
ganha o jogo. Quando as caixas 7, 8 e 9
forem fechadas, joga-se apenas um dado.

USANDO O ÁBACO PARA ADICIONAR

        Ao enfatizar a importância do cálculo mental, não estamos pondo de lado o processo usual de adicionar. Muito pelo contrário: é importante que as pessoas o dominem. No entanto, é preciso que as pessoas compreendam o processo.
      Para facilitar esta compreensão, sugerimos a utilização do ábaco. Nas explicações que seguem, utilizaremos o ábaco simplificado, que mencionamos na lição número um.

Começaremos por um exemplo simples, adicionando 123 a 530: representamos 530 no ábaco.


» a seguir, acrescentamos 123 ao 530 representado no ábaco, ou seja, acrescentamos 3 unidades, 2 dezenas e 1 centena.



 agora, lemos o resultado obtido:
6 centenas, 5 dezenas e 3 unidades ou 600 + 50 + 3 = 653




É importante perceber a relação entre o que acontece no ábaco e o que fazemos com os símbolos do nossso sistema de numeração:



Vamos agora adicionar 167 a 265:  representamos 265 no ábaco.



» acrescentamos 167 ao 265 representando no ábaco, ou seja, 7 unidades + 6 dezenas + 1 centena.




» juntamos um grupo de 10 unidades e trocamos por uma dezena.



» juntamos um grupo de 10 dezenas e trocamos por uma centena.



» em seguida, lemos o resultado obtido:



4 centenas, 3 dezenas e 2 unidades, ou 400 + 30 + 2 = 432.


Vamos estabelecer agora uma relação entre o que foi feito com o ábaco e os cáculos que fazemos utilizando a técnica do "vai um".

































TIPOS DE ÁBACOS

O período e a história de alguns tipos de ábacos existentes e como fazer a contagem de cada um deles.



PERÍODO
HISTÓRIA
CONTAGEM

ÀBACO ASTECA (900-1000 D.C)




Ábaco Asteca - de acordo com investigações recentes, ó ábaco Asteca (Nepohualtzitzin), terá surgido entre 900-1000 D.C.

As contas eram feitas de grãos de milho atravessados por cordéis montados numa armação de madeira. Este ábaco é composto por 7 linhas e 13 colunas. Os números 7 e 13 são números muito importantes na civilização asteca.
O número 7 é sagrado, o número 13 corresponde à contagem do tempo em períodos de 13 dias.

PERÍODO
HISTÓRIA
CONTAGEM

ÁBACO ROMANO (século XIII)




O ábaco romano foi criado por volta do século XIII, era utilizado para cálculos normais. Era bem parecido com o ábaco atual, era basicamente uma tábua com oitos sulcos, ou seja, oito “linhas” onde ficavam as bolinhas, em cada sulco inferior ficavam cinco cálculos (bolinhas) e no superior quatro.




No ábaco romano existem dez fios paralelos em volta da moldura de madeira. Cada fio com sua linha de bolas representa uma casa decimal (unidades, dezenas, centenas, milhares, etc.), as contas são realizadas mudando a posição das bolinhas em relação às outras, e segundo o site pesquisado podia-se até extrair raízes. A ordem do ábaco é sempre crescente, sendo assim, avançando para esquerda, aumenta uma casa decimal.






PERÍODO
HISTÓRIA
CONTAGEM

ÁBACO CHINÊS  (século XIV )







Forma correta de mover as bolas nas colunas







Ábaco Chinês - O registro mais antigo que se conhece é um esboço presente num livro da dinastia Yuan (século XIV). O seu nome em Mandarim é “Suan Pan" que significa "prato de cálculo". O ábaco chinês tem 2 contas em cada vareta de cima e 5 nas varetas de baixo razão pela qual este tipo de ábaco é referido como ábaco 2/5. O ábaco 2/5 sobreviveu sem qualquer alteração até 1850, altura em que aparece o ábaco do tipo 1/5, mais fácil e rápido. Os modelos 1/5 são raros hoje em dia, e os 2/5 são raros fora da China exceto nas suas comunidades espalhadas pelo mundo.



Antes de começar a usar o ábaco, todas as hiperbolas devem ser colocadas no extremo superior da tabuinha e as hipobolas no extremo inferior. Uma vez colocadas assim, estão em posição para serem movidas para cima ou para baixo para registrar qualquer número. A vareta do meio é o eixo ao lado do qual se vão colocando as bolas que vamos usando. As bolas que permanecem inativas ou neutras devem ser colocadas nos lados. Para somar ou subtrair não é necessário mover a hiperbola que está no extremo superior nem a última das hipobolas. Já que uma hiperbola equivale a cinco hipobolas, em vez de mover a última hipobola para contar até cinco, podemos usar uma hiperbola e devolver a posição neutra ou de inatividade as quatro hipobolas restantes. Do mesmo modo, já que uma hipobola situada na coluna da esquerda é igual a duas hiperbolas adjacentes situadas na coluna da direita, em vez de usar a hiperbola do extremo superior para somar dez, podemos usar uma hipobola da coluna à esquerda e devolver à posição neutra a hiperbola do extremo inferior.




PERÍODO
HISTÓRIA
CONTAGEM

ÁBACO JAPONÊS (século XVII)



O ábaco japonês utilizado pelos orientais é conhecido pelo nome de Soroban. O Soroban é um instrumento utilizado para cálculos matemáticos e, apesar de ter sua origem ligada aos japoneses, foi criado na China e levado ao Japão no século XVII.

Cada coluna possui 5 pedras chamada contas. A primeira conta de cada coluna, localizada na parte superior, representa o número 5 enquanto as 4 contas inferiores representam 1 unidade cada.
Da direita para a esquerda, cada coluna representa uma potência de 10. Iniciando em unidade, dezena, centena, milhar, etc.
Técnicas aperfeiçoadas permitem que oSoroban seja utilizado para cálculos complexos de adição, subtração, multiplicação, divisão e raiz quadrada.
PERÍODO
HISTÓRIA
CONTAGEM

ÁBACO DOURADO
(ATUAL)


O ábaco dourado é um dispositivo criado para auxiliar o aprendizado das 4 operações matemáticas no ensino fundamental. Sendo uma evolução do Material Dourado existente, ele organiza e dispõe as peças. Surgiu
observando minha filha usar o Material Dourado existente, notei que ele era complicado de ser manuseado. As peças se espalhavam pela mesa, se perdiam, era uma verdadeira bagunça na hora da lição de casa. Ai tive a idéia de organizar todo este material em formato de ábaco.


Utilizando e manipulando os conjuntos de
peças que representam unidade, dezena e centena, a criança pode efetuar as quatro operações matemáticas básicas: adição, subtração, multiplicação e divisão. O processo interativo e visual destas operações proporciona grande auxilio no aprendizado da matemática para a criança do ensino fundamental.










terça-feira, 2 de outubro de 2012

Origem dos números


Para sabermos mais sobre a história dos números será preciso viajar no tempo, na época onde o homem era nômade (não tinha moradia fixa)...
Vamos viajar no tempo?

Tudo começou com os homens primitivos, eles não tinham necessidade de contar pois, tudo que precisavam, retiravam da natureza.


Quando o homem se fixou na terra e começou a desenvolver atividades entre elas: plantar, reproduzir, construir casas, entre outros; foi nesse tempo que houve a necessidade de conhecer o tempo, as estações do ano e as fases da lua. E assim foram criados os primeiros calendários.


                                  

Para controlar os rebanhos, o homem percebeu que era necessário contar, ou seja toda manhã, cada animalzinho que saia para pastar, correspondia à uma pedrinha que era guardada em um saquinho. No final de cada dia os animais voltavam e era feita a comparação. Cada pedrinha retirada do saco, era um animal.


A pedra não era o único método usado para contar, também se usava “risquinhos”, desenho ou símbolos.
  Com o passar do tempo, a repetição dos traços se tornou ineficiente e assim finalmente surgiu o sistema de numeração.
  O primeiro número inventado, foi o número 1 (um), e representava o homem, o 2 (dois) a mulher e o 3 (três) significava muitos, na sequência vieram os demais números. O 0 (zero) foi o último a ser inventado e significava a ausência de tudo.





Sistema de numeração Egípicio


Sistema de numeração Romano

Sistema de numeração Indo-Arábico


Sistema de numeração Decimal


Sistema de numeração decimal é conjunto de regras que usamos para representar todos os numerais.
  O nome Decimal tem sua origem nos dez dedos das mãos, pois as primeiras contagens eram feitas com o auxílio deles. Dessa forma, é natural que a numeração seja realizada com agrupamentos de 10 em 10 elementos. Os símbolos usados para representar os números são: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9. Eles chamam-se algarismos indo-arábicos. Eles foram inventados pelos indus e aperfeiçoados pelos arábicos. 
  Com esses dez algarismos podemos representar qualquer número do conjunto dos números naturais.

Ou seja, o nosso sistema de numeração foi criado a mais de 1500 anos e hoje não utilizamos somente nas aulas de matemática, os números fazem parte do nosso dia a dia, desde o primeiro momento que acordamos, que olhamos no relógio.
  O número está presente na quantidade de vezes que você tomou banho, que você comeu, no número da sua roupa, do sapato, etc.




Aprendendo a jogar Mancala

A história da mancala não é clara. A primeira evidência do jogo é um fragmento de um tabuleiro de cerâmica e diversos cortes de rocha encontrados na Etiópia axumita em Matara (agora na Eritréia) e Yeha (na Etiópia), que são datadas por arqueólogos entre os séculos VI e VII d.C.; o jogo pode ter sido mencionado no texto ge'ez do século XIV "Mistérios do Céu e da Terra". A similaridade de alguns aspectos do jogo com a atividade agrícola e a ausência de uma necessidade de equipamento especializado apresenta a intrigante possibilidade que o jogo poderia datar do próprio início da civilização; contudo, existe pouca evidência verificável que o jogo é mais velho que algo em torno de 1 300 anos. Algumas evidência encontradas vêm de graffiti do templo de Kurna no Egito, como reportado por Parker em 1909 e Murray em seu "Board Games Other Than Chess" (Jogos de Tabuleiro Que Não o Xadrez). Contudo, datação precisa desse graffiti parece ser inviável, e quais desenhos foram encontrados por acadêmicos modernos geralmente remetem a jogos comuns ao mundo romano, ao invés de qualquer coisa parecida com Mancala.

Vocês sabem jogar?? Esse video ensina de uma maneira simples como joga!

Construção de conceito numérico


HOJE EM NOSSO BLOG TEREMOS UM TEXTO DISSERTATIVO ARGUMENTATIVO:

Possibilidades de intervenções que devemos fazer com a criança no processo inicial da construção do conceito de números.


            Sabemos que a construção do conceito de números pode ser percebida logo cedo em bebes, que podem sentir falta de uma peça em seu brinquedo ou, de um objeto que lhe chama muito a atenção, ou seja, as noções básicas de matemática são adquiridas ainda quando criança.
             O principal objetivo de um professor é a aprendizagem e o processo que o aluno leva para aprender matemática, podemos ver esse processo como lento ou rápido demais, sendo assim, o professor precisa estudar cada caso.
        Segundo Piaget, os conhecimentos necessários para a construção de conceito de números são os seguintes: conhecimento físico, conhecimento lógico- matemático e conhecimento social. O primeiro diz respeito ao conhecimento de propriedades físicas que estão nos objetos na realidade externa, como peso, tamanho, cor, forma, características essas que podem ser notadas a partir da observação direta de que um objeto. O conhecimento social está relacionado às convenções estabelecidas pelas pessoas, de forma arbitrária e que são socialmente transmitidas, de geração em geração. Como exemplo pode-se citar: as datas comemorativas, o nome dado às coisas e objetos. E por fim o conhecimento lógico- matemático que se diferencia dos outros por não poder ser ensinado e só estruturado pela ação reflexiva a partir da manipulação dos objetos.
              Desse modo, o conhecimento lógico- matemático vai além da percepção dos objetos, pois permite que uma pessoa estabeleça relações mentais entre eles, tais como: a comparação, a correspondência, a conservação, a classificação, a inclusão hierárquica, a Sequenciação e seriação.
          Jean Piaget, psicólogo suíço, além de explicar o desenvolvimento cognitivo, investigou como se processa a construção do conceito de número pela criança. Piaget propôs que o desenvolvimento cognitivo se processa em quatro estágios: Sensório- motor (0 – 2 anos); pré-operacional (2- 6 anos); de operações concretas (7- 11 anos); e de operações formais (12 anos em diante). Isso significa dizer que a inteligência se modifica com o passar do tempo.
         Destacaremos apenas os dois primeiros períodos,  são neles que as crianças constroem o conceito de número.
    No período Sensório- motor a atividade intelectual é de natureza sensorial e motora, onde a criança percebe o ambiente e age sobre ele. Esse momento corresponde ao período pré- numérico, pré-operacional, ou melhor, puramente intuitivo, a criança só percebe os fatos através dos sentidos, à medida que ela manipula os objetos.
          Já o segundo estágio, pré-operacional ou de inteligência intuitiva, a criança passa a desenvolver a capacidade simbólica. Ela começa a usar símbolos mentais- imagens ou palavras- que representam objetos que não estão presentes, o que lhe possibilita fazer classificações. O número também é uma relação criada mentalmente por cada indivíduo. Neste período, a criança classifica ao separar ou agrupar objetos por suas semelhanças e diferenças, fixando desse modo, relações das coisas do ambiente que o rodeia.
              A intervenção no aprendizado precisa ser feita cuidadosamente, somente questionando a melhor forma de realizar alguma situação problema, o erro mais grave é não fazer o aluno pensar em uma melhor resposta.
       Por isso é necessário ter um equilíbrio nos investimentos para aprendizagem, pois se não houver o planejamento adequado poderá regredir o aprendizado da criança e assim não conseguirá atingir suas metas.